Uma animação que reflete a insanidade do Consumismo Humano. Com mais de 5 millhões de acessos, esse vídeo tem um potencial devastador contra a ideia de que meio ambiente está SOMENTE relacionado a árvores, florestas, animais e água pura...
Trágico? Sensacionalista? Absurdo? Talvez! Mas te faz repensar sobre os hábitos e atitudes do dia-a-dia...
Como já diria o sábio Dalai Lama, sejamos a mudança que queremos no mundo!
O mundo está jogando o mesmo jogo de uma maneira diferente.
Hoje tudo é sustentável, tudo é reciclável, tudo é ecológico, empresas tem certificados para vender mais, consumidores querem cada vez mais coisas "sustentáveis" e "amigas" do meio ambiente... Acreditem, já ouvi de uma vendedora que o carro da marca X era sustentável por ser branco, por isso esquentava menos e assim consumia menos combustível ao ligar o ar condicionado (NÃÃÃÃOOO!!! Quis me matar igual ao Didi Mocó me virando do avesso!rs) ...
Será que comprar mais coisas "sustentáveis" é a solução?
Assista a A História da Soluções (The Story of Solutions) e descubra...
O australiano Ashley Newland desenvolveu uma bolsa que pode servir como alternativa sustentável à lavagem de roupas. A criação é ideal para ser usada em viagens e não necessita de energia para funcionar.
Apelidada de Scrubba, a bolsa é capaz de suportar a lavagem de uma demanda baixa de roupas, exigindo apenas um pequeno esforço físico.
O funcionamento é muito simples: basta colocar as roupas dentro do saco impermeável, juntamente com água – que deve variar de dois a quatro litros, sabão líquido e lacrar. A segunda etapa consiste em retirar o ar que permanece no interior da bola e então esfregar as roupas contra uma placa interna flexível por 40 segundos.
Depois deste rápido processo a roupa já estará limpa e pronta para ser pendurada para a secagem ao ar livre. A Scrubba é considerada a menor máquina de lavar roupas do mundo, pois pesa apenas 145 gramas e, ao ser dobrada, cabe no bolso.
Para Newland esta é a fusão entre sistemas antigos e novos para a lavagem. Enquanto, as tábuas de lavar eram usadas juntamente com baldes e outros utensílios necessários para tornar o processo eficaz, a Scrubba descarta a utilização de todos estes acessórios, sendo útil por si só.
Outro argumento utilizado pelo designer é a economia financeira. Para os viajantes que costumam pagar por lavanderias para terem roupas limpas, a alternativa significa menos gastos na viagem.
O saco de lavagem está à venda pelo site da empresa no valor de USD$ 64,95, cerca de R$ 153,00.
Sabendo que adoro pedalar, mesmo não fazendo o quanto gostaria, minha noiva me enviou uma matéria muito, mas muito bacana que ela encontrou no Hypeness...
Um casal, ele Martin Glauer alemão (30), ela Julie (40) canadense, 5 anos anos após se conhecerem na Austrália e com 4 filhos, Moses, Caspar, Turis e Herbie, sendo o mais velho com 5 anos e mais novo com 9 meses de vida (sim 9 MESES!) decidiram viajar o mundo gastando cerca de 50 euros por dia montados em suas bikes, e as crianças em seus confortáveis tronós.
A viagem da Global Mobile Family durou aproximadamente 1 ano. Os seis partiram do Canadá, de onde seguiram para Estados Unidos, Guatemala, El Salvador e Brasil (por aqui desembarcaram no Rio de Janeiro e foram até Salvador, onde ficaram dois meses). Seguiu-se a Austrália, Nova Zelândia, e depois Emirados Árabes, Omã, Índia, Tailândia, Camboja, China, Mongólia, Rússia e mais alguns países europeus, num total de 20 países visitados. Voltaram a Alemanha em julho de 2012, a tempo de Moses começar seus estudos, já com 6 anos completados.
Uma história verdadeiramente linda, inspiradora e possível!! Claro que, como qualquer esporte ou viagem de aventura, após muito planejamento e estudo!!!
Lima, no Peru, é a segunda maior capital do mundo localizada em um deserto. Ou seja - raramente chove lá. Mesmo assim, a umidade do ar gira em torno de 98%. Tendo isso em mente, a Universidade de Engenharia e Tecnologia local criou um outdoor capaz de produzir água potável usando ar, retirando gotículas e as retendo em seu sistema.
Cada outdoor é equipado com um tanque capaz de armazenar 96 litros de água, além de torneiras de onde as pessoas podem tirar o líquido. Antes de sair da torneira, no entanto, a água passa por um sistema de filtragem, tornando o líquido potável.
O que acha de morar em uma casa feita de containers marítimos, com aquecimento solar, telhado ecológico e reuso de água?
Já a tempos sendo construídas em outros lugares no mundo, o arquiteto Danilo Corbas tornou essa empreitada possível aqui no Brasil. A casa tem 196 m², com direito a escritório e garagem. Desfrute!
Abaixo um video bem interessante sobre este projeto.
Um designer israelense chamado Giora Kariv arrumou uma solução bem interessante para baratear - e muito - o valor de uma bicicleta: ele criou seu próprio modelo feito de papelão.
Isso mesmo: Kariv se inspirou em um homem que faz canoas com o mesmo material e decidiu arriscar-se neste projeto, que por sinal deu muito certo. O custo caiu para apenas US$ 9.
O segredo para essa bicicleta resistir a água, umidade e algumas pedaladas é a forma como o papelão é dobrado. Cada uma das dobras é feita como uma espécie de origami, o que dá força ao produto final.
Não acredita que esse projeto possa dar certo? Então confira mais detalhes no vídeo abaixo.
Sinceramente eu pirei nesse projeto. Arte e tecnologia juntas visando sustentabilidade: preço baixo, material reaproveitado e reciclável, além da técnica poder ser difundida e gerar empregos. Genial!
É uma iniciativa que tem como objetivo oferecer opções de descarte para pessoas que não sabem o que fazer com objetos do dia a dia. Além disso, é possível conhecer sobre um determinado material, desde
suas propriedades nocivas à Terra, até como e onde descartá-lo para evitar impactos ambientais. Mas não é só isso. Eles também produzem matérias e artigos que relacionados a essa preocupação, cada dia mais
evidente, de associar consumo à sustentabilidade.
Há algumas semanas uma entrevista
causou certa polêmica entre o pessoal que acompanha as discussões sobre meio
ambiente e sustentabilidade (não gosto de usar o termo ambientalista, pois ele me
remete ao ativismo, que me lembra ideologia utópica e acredito que o tema é
mais concreto para ser tratado apenas como ideologia).
Uma galera não gostou do que viu e ouviu (assista ao vídeo abaixo).
Outros aprovaram e só esperavam por um estudioso fazer um depoimento desses
para dizerem: “Tá vendo não falei que esse lance de Meio Ambiente era modinha!
Não tem nada a ver!”
Eu confesso que fiquei um pouco
receoso quando o Professor da USP Ricardo Augusto Felício, especialista em climatologia antártica, começou a entrevista (veja o
vídeo completo abaixo) com certo ar de ironia. Pensei: “Esse maluco vai começar
a falar MER... em rede nacional!”(Desculpem pela pretensão, mas é que hoje em dia não para confiar em tudo o que se vê na televisão, talvez em nada, enfim...). No decorrer da entrevista o cara mostrou realmente conhecer
(mais do que eu) sobre o assunto e continuei prestando atenção no
que ele dizia. E aí que mora o XIS da Questão: PRESTAR ATENÇÃO! Muito nego ouviu o que queria e pronto... parou de PRESTAR ATENÇÃO, achando que tudo o que se
fala sobre meio ambiente é balela, seja a sacolinha plástica (tão comentada) ou o desmatamento na Amazônia. “Ó lá, não falei? O cara tá certo, aquecimento global
é maior furada!”
Opa! Calma aê amigon! Falou bem, Aquecimento Global. Ele não é o
primeiro estudioso dizendo que o aquecimento global pode não ser tão assustador
assim ou sequer ter sido provocado pela intervenção humana na Terra. Eu já atépubliquei um vídeo aqui no CE em 2010.
Primeiro é preciso tomar muito
cuidado com o que se diz em rede nacional num país onde a maior parte da
população (infelizmente) não tem uma educação de qualidade. Segundo, na
entrevista o Professor Ricardo cita duas frases importantes: 1) “Eu não disse que sou a favor
do desmatamento...”, 2) “Micro-clima” (pense nisso como sua
cidade).
1)Ok! O El Niño e o La Niña são os responsáveis
pelas chuvas, geadas, enxurradas, tsunamis e tudo mais que vem acontecendo
(todo ano) no mundo todo. Mas nem por isso vamos destruir um dos maiores (senão
o maior) núcleos de biodiversidade intactos e inexplorados da Terra!
2)Quem conhece sabe, o que é caminhar 10 minutos
na Avenida Paulista em dias secos respirando o “ar puro” da cidade de pedra,
acredite, é desesperador! Pois bem, micro-clima é onde você ou qualquer pessoa
vive. E ele deve oferecer condições sadias para sobreviver e aí se inclui
necessidades fundamentais do ser humano como o ar, a água e o espaço físico.
Portanto, um Micro-clima equilibrado (em uma cidade) é sim
importante para sua população. Ou você pensa que seu lixo desaparece quando entra no caminhão? Se
preocupar com o meio ambiente, é acima de qualquer coisa, se preocupar em como
e onde você viverá, é pensar em qualidade de vida, mobilidade e conforto climático.
Não seja como um daqueles
paulistanos que dizem odiar a cidade devido à poluição e ao trânsito, que por
isso vão se mudar para interior, mas recusam-se em abandonar os grandes e
poluentes carrões (Me pergunto se eles deveriam se mudar e mudarem-se?!
Complexo!)... Ou pior ainda, se conformar com uma explicação parcial sobre
apenas UMA das complexas discussões sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade!
Pense bem antes de vomitar
discursos sem conteúdo. Olha, acho que o professor Ricardo também vai concordar
com isso!!
Cada um de nós tem uma escolha a fazer sobre como chegar ao trabalho todas as manhãs. Podemos ir de carro, a pé, de transporte público, de táxi, de moto, de bicicleta. Há prós e contras para todas as opções. Ônibus é mais barato, mas também não é nenhuma pechincha: em São Paulo, onde a passagem custa R$ 3, um mês de ida e volta de ônibus custa R$ 180 por pessoa, 30% do valor do salário mínimo. E é infernal: implica muito aperto, muito tempo perdido, muito susto com motoristas estressados... (e quem não se desequilibraria passando o dia no trânsito?).
É tão ruim que uma minoria crescente da população opta por ter um carro. A vida com carro não é boa, mas é muito melhor do que dentro do ônibus. Os vidros fumê, o ar condicionado e a música ambiente dão a sensação de que está tudo bem, apesar de Sodoma e Gomorra lá fora. Ter carro é caro: custa mais de R$ 1 mil por mês, se tudo for colocado na conta (impostos, estacionamento, gasolina, depreciação do veículo). E há vários contras para o resto da cidade: essa opção implica poluição, piora do clima, custos para a saúde. Além dos usuários de transporte público e carro, há quem prefira caminhar (a escolha mais barata), outros andam de táxi. E há quem opte pela bicicleta.
Bicicleta só não é mais barato do que caminhar. E, além do custo baixo, ela é boa para quem pedala (evita obesidade, depressão, doença cardíaca, câncer, melhora o sono, o sexo, a disposição) e para a cidade (reduz o trânsito, não emite poluentes, não piora o clima e reduz gastos públicos com saúde). A prefeitura de Copenhague calculou que, a cada quilômetro que uma pessoa anda de carro, a cidade gasta R$ 0,30. A cada quilômetro pedalado por uma bicicleta, a cidade ganha R$ 0,70 (com o incremento do turismo, por exemplo). Ou seja, abrir espaço para bicicletas é bom para todo mundo.
A boa notícia é que nunca se pedalou tanto. Só na cidade de São Paulo o número dos deslocamentos debicicleta subiu de 47 mil por dia em 1987 para 147 mil em 2007 (data das estatísticas mais recentes). Isso é quase o dobro dos deslocamentos de táxi (78 mil). Em países bem administrados, os cidadãos são estimulados a escolher aquilo que é melhor para todos. Na Bélgica, por exemplo, ciclistas pagam menos impostos. Já no Brasil, pedestres e ciclistas são punidos com a falta de espaço.
O prefeito é o responsável por construir infraestrutura para a cidade. Ele cobra impostos de todos os habitantes e, com esse dinheiro, tem a obrigação de tornar o espaço público adequado para todo mundo. Nas cidades brasileiras, a maior parte dos investimentos no espaço público é tradicionalmente voltada para quem anda de carro - o dinheiro que a prefeitura toma de todo mundo é gasto com um só grupo.
Por quê? Por inércia. Na nossa cultura política, o que rende voto é obra monumental - basicamente grandes viadutos e avenidas. Não por coincidência, as empreiteiras que fazem essas obras são as grandes financiadoras das eleições. Ou seja, o dinheiro doado na campanha volta multiplicado ao bolso de quem "doou". Esse ciclo vicioso, por si só, não é o responsável pela quase inexistência de infraestrutura para ciclistas no Brasil, mas ajuda. É que as obras viárias matam dois coelhos dos políticos com uma cajadada só: rendem contratos gordos para os financiadores de campanha e votos, muitos votos. Mas essa é uma visão caduca.
Não é de hoje que bom urbanismo ganha eleição - e não é exagero concluir que essa tendência vive um auge histórico. O caso do Bike Rio serve de exemplo. Trata-se de um sistema de aluguel de bicicletas a exemplo do Vélib´, de Paris: você aluga a bicicleta num ponto e devolve em outro. Esperavam que o sistema tivesse 7 mil usuários. Pouco depois da inauguração, em outubro de 2011, eram 45 mil. Moral da história: construa uma boa infraestrutura, e a bicicleta como meio de transporte virá - para o bem de todos.
Olhar com atenção para esse assunto não é só uma questão de urbanismo, inclusive, mas de segurança pública. Em março, a ciclista Juliana Ingrid Dias morreu esmagada por um ônibus na Avenida Paulista, em São Paulo. Ela foi uma entre os 3 ciclistas mortos no Brasil naquela semana. José Carlos Lopes, o motorista do ônibus que a matou, disse que a conhecia, que a via todos os dias, que ela era consciente, cuidadosa, educada, "tinha noção do espaço dela". Mas não havia espaço para ela. E enquanto a visão urbanística dos nossos prefeitos continuar míope, as mortes não vão parar.
No dias 4 e 5 de Fevereiro a Ciclo Ride vai realizar uma Bike Trip pelas trilhas da Estação Ecológica Juréia-Itatins entre os municípios de Peruíbe e Iguape. Serão 65km de percurso com uma mega estrutura de apoio da Regis Bike Shop. Para quem gosta de um bom trecho de mountain bike não pode perder essa aventura!!!
Nunca na história desse país houve um projeto tão monstruoso como esse. Não sou muito de falar da Amazônia e do mico-leão-dourado.
Mas, essa é uma grande oportunidade de mostrar para esse monte de acomodado que é possível sim dar um jeito nesse país. E isso depende de você!
Não tem desculpa para não participar dessa, acesse:
No Brasil tem muita gente falando e ouvindo falar de sustentabilidade [reciclagem, pedaladas, menos poluição do ar, etc, etc, etc - que continuem falando!], mas só falar não adianta... É preciso começar a agir de verdade e não precisa ser nada megalomaniaco, ações simples do dia-a-dia faze muita diferença, dá uma olha...